Olá amigo(a) visitante!

visitante! Seja bem-vindo(a)!

Receba nossas novidades em seu e-mail!-Mapa do site-Fale conosco

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"A serviço do Senhor Jesus"

 

Pode parecer piada, mas trata-se de um surreal fato verídico:

 

O título desse texto, estava estampado num adesivo afixado num carro estacionado na porta de um bar com o fundo aberto, tocando em todo volume a "fina flor" da "música brega". Foram horas de vasta "cornografia", uma playlist para chifrudo algum botar defeito.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Saudade gravada na retina da lembrança

 

As flores corporificam a poesia da criação. As estamos sufocando. Se não cuidarmos, logo só as encontraremos numa pálida saudade, gravada na "retina" de nossas lembranças. Estamos extinguindo paisagens, "semeando" o concreto do inconcreto progresso. Mas progresso que mata e retrocesso! É a vertigem da grana, a falta de senso, insustentável delírio de quem destrói o próprio habitat.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Destino. Uma obra inacabada

 

Algumas pessoas pensam o destino, como algo pronto e acabado, uma inapelável sentença, inexorável determinismo, "prato feito", inalterável roteiro a seguir. O destino é uma obra em aberto! A incógnita nossa de cada dia, a resultante de nossas interações. O destino não cabe numa ciência exata, tem a inexata condição humana. É a sinopse da novela que estamos a escrever (e reescrever), o folhetim do nosso existir.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Melhor prevenir que remediar"

 

"Brasileiro só fecha a porta depois de roubado". Eis uma grande verdade! Chuvas, dengue, meningite, ENEM, infraestrutura, SUS, insegurança, corrupção... Pouco ou nada é feito para uma efetiva resolução dos problemas, depois é "chorar sobre o leite derramado" e nomear um "bode expiatório", um "boi de piranha". Assim, "o que não tem remédio, remediado está", afinal, "pimenta no olho do outro é refresco", "o que não vem na pele, não faz coceira".

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Paz e amor

 

Onde cala o grito,

grita o silêncio;

os tolos gritam

Amizade

 

Amizade é tesouro da alma,

alquimia do bem querer,

conspiração do cosmos

a nos anelar

em fraterno amor.

A morte

 

Uns crêem na reencarnação,

outros na ressurreição,

uns dormem

aguardando o juízo final,

outros vagam

num sofrer infernal.

Para alguns é o ponto final,

o termo da vida,

para outros é continuação

ou mera vírgula.

É o fim para alguns,

para outros o recomeço;

uns vão para o céu,

ou para o inferno,

Virtual

 

Ele e ela

ante a tela fria

teclando emoção,

via modem fluem corações,

bit que vai, bit que vem,

prazer binário,

sentir cibernético,

afago digital...

coisas modernas,

cibercupido,

amor virtual, irreal.

Diverso do amplexo estreito,

do aconchego no peito,

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O artista

 

Não.

Não sou artista!..

Artista

é quem perfumou as flores,

pintou no horizonte a alvorada,

deu o canto a passarada

e concebeu

a formosura da mulher.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Som alto. Intelecto baixo

 

Não consigo entender, o que levaria alguém, em perfeita sanidade mental, a abrir o fundo de um carro com um potente equipamento de som instalado, e despejar seus poluidores decibéis nos ouvidos e nervos de toda uma vizinhança. Necessidade de aparecer? Falta de educação? Trauma de infância? Complexo de trio elétrico? Homossexualidade reprimida? Chifres encravados? Algum distúrbio sexual ou pura e trivial babaquice? ...? ... Acho que nem Freud explica!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O tempo

 

Senhor dos amores e desamores,

da vida e da morte,

idas e vindas,

sorte e azares.

Senhor dos olhares;

dos encontros e desencontros,

do que passa e do que fica,

domingo, 16 de janeiro de 2011

No coração

 

Voa pensamento,

vai além do torvelinho

do dia a dia,

aonde mora

o sentimento e a emoção,

onde a poesia e a canção

fazem real a fantasia,

onde esperança não seja utopia,

empreste arte a razão.

Voa para onde tudo é mais bonito,

onde o mar beija o infinito

e o orvalho acaricia a flor,

sábado, 15 de janeiro de 2011

Previsíveis chuvas. Imprevisíveis tragédias?

 

Todos os anos chegam as chuvas e a solidariedade da população, é convocada para socorrer as vitimas de inundações, desmoronamentos e outras catástrofes. É certo que alguns desastres climáticos, não podem ser evitados ou previstos com uma necessária antecedência. Mas,

Terra

 

Nave mãe da humanidade.

corcel azul na imensidão.

O mundo não acabou,

Deu chabú no armagedom.

Mesmo com as guerras

por tudo e por nada,

com a poluição

que assola feito praga,

com a ambição

que queima pão e forja armas;

mesmo com a cega má vontade

dos ignorantes,

a politicagem

dos inconsequentes,

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Pequenas coisas

 

São pequeninas gotas

que formam o grande mar,

como a cordilheira imensa

carece de minúsculos grãos

para se formar.

Pequenas grandes coisas

concebem a poesia do viver:

a inspiração da lua,

o sol dormitando,

a folha a bailar no vento,

o rio correndo ao oceano;

o sorrir de uma criança,

o aconchego de um amor,

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O detalhe é o povo

 

Silhueta da Babel,

espigões e palafitas

sobre o chão e sob o céu.

Corpos estéreis na gleba,

restos humanos na sarjeta.

vidas rotas em viciosas esquinas;

para quem falta o pão na mesa

resta o "festfood" do lixão,

o cardápio marginal da exclusão.

Em sórdido paradoxo

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Cidade poema

 

O sol que se põe,

põe poesia no olhar

de quem contempla o mar,

o lume dourado das ondas

que pouco a pouco

cede à prata

de um novo luar.

Sereno na noite serena,

carinha a Bahia morena,

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Coisas do coração

 

Ele ama ela

que ama alguém

que não tem amor por ninguém.

São coisas do coração

que quando vive um amor

desconhece a razão,

não procura saber

ser reciproco ou não

esse tal do sentir.

Coração sem juízo

qual menino traquino

desafia o perigo

de brincar com o destino,

domingo, 9 de janeiro de 2011

Enigma

 

O enigma do seu olhar

despertou meu coração

que dormia no silêncio de meu ser.

O passado tentando-se apagar,

o futuro querendo-se escrever.

Querer ou não querer,

eterno "ser ou não ser";

razão e emoção

em profundo paradoxo

diante do enigma do seu olhar

que me invade os sonhos,

visita meus pensamentos,

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A diferença

 

Intrigante o sentir.

De repente assalta a alma,

silenciosamente

silencia a razão;

o que era comum

faz-se incomumente especial,

ela a quem nem se percebia

agora é figura vital;

visita constante na memória

fazendo o coração

reinventar o adolescer,

quando já é tempo da maturidade.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Onde?

 

Onde ela está?

Estará no devir?

ou se perdeu no passado,

numa esquina do tempo,

num desencontrar de destinos?

 

Será você?..

ou alguém, que esses versos não lê?!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Ouvir

 

Ouvir o murmúrio do mar,

se encantar com os sons da vida;

toda poesia de uma voz amiga,

a melodia mais querida,

o acalento de um amor.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011

Eu poético

 

Uma parte de mim é poesia

alquimia de palavras e emoções,

enxerga o existir

sob a ótica caleidoscópica

do coração,

tem o sorrir da primavera

e o afago da brisa outonal

fechando o verão.

Essa parte de mim

Admira

a beleza e o perfume da rosa,

mas não esquecendo os espinhos,

faz verso também da dor.

Minha parte plural singular.

paz do amor

no amor da paz.

Eu poético;

sábado, 1 de janeiro de 2011

Endereço da paz

 

Precisamos de paz.

Não a paz de artificio

dos tratados,

dos concílios;

mas da paz

que está acima das fronteiras,

que não ostenta bandeiras,

tem idioma universal.