... como um precioso perfume, cada um de nós, precisa de um delicado e frágil frasco de inestimável cristal, o nosso corpo; para que possa interagir com tudo e todos, mas, ao simples toque do imprevisto… Assim foi com Ayrton Senna, os mortos de Mariana e Brumadinho, Domingos Montagner, os meninos, do “Ninho do Urubu”, Ricardo Boechat, Gugu Liberato… Assim pode ser com qualquer famoso ou anônimo, rico ou pobre, devoto ou ateu; de qualquer etnia, gênero, profissão, ideologia, grau de instrução… Ninguém está isento, mais cedo ou mais tarde e por vezes, de repente... Antonio Pereira Apon. Que destino temos dado ao nosso viver aqui na Terra? O que temos feito do nosso tempo; essa dádiva de tantas possibilidades, esse presente que podemos chamar de oportunidade? Na música “Cajuína”, Caetano Veloso, nos brinda com duas frases que acordam profundas reflexões: “Existirmos, a que será que se destina...” E “Apenas a matéria vida era tão fina. Um sopro breve, diáfano e passage...