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Hoje é dia de quê?


O respondedor

O respondedor Por: Antonio Pereira (Apon)   O avô comprou uma casa nova e nela colocou tudo novo. Seus netos lhe foram visitar e: - Vovô, para que esse LCD LED tão grande? - É para assistir melhor meu netinho. - Vô, pra que esse som irado, com, MP3, USB, Bluetooth? ... - É para escutar melhor meu netinho. - Vozinho, pra que esse purpurinado, hiper, mega, super secador? - É para sua vó se embelezar melhor minha netinha. - E essa bicicleta sinistra   com trocentas marchas? - É para pedalar melhor. - Esse smartphone 3G cabuloso? - Para comunicar melhor. Depois de responder sobre o computador, o Split e mil outros itens, o já chateado, o avô pegou a chave do carro e ia saindo, quando lhe perguntaram: - Vai sair vovô? - Vou ali ver se já inventaram um "automático respondedor neto chato curioseitor" para eu comprar.

Para não ver a coisa preta

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Uma "Patricinha genérica", tipo "made in camelot", chega em casa com um pacotinho feito de jornal: - Oi geentê! Comprei lentes para deixar meus olhos lindamente verdes e uns óculos de estilo para tirar onda. Foi baratinho... Eu nem sabia que camelô vendia coisas tão boas. Quando o projeto de dondoca ia enfiar uma das lentes no olho, a família gritou em coro: - Naaaaão!!! - Você ficou maluca! Quer pegar uma infecção, ter uma úlcera de córnea?! Usar essa porcaria que nem se sabe de onde veio, é querer ver a coisa preta, ou seja. É pedir pra ficar cega e não ver mais zorra de nada

Para refletir

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Pensando a política Por: Antonio Pereira (Apon)   O mau adora que o bem não goste de política. Ele agradece e se farta.   Alienação e omissão. Dois bons fermentos para que continuem crescendo, a corrupção e a canalhice.   Enquanto os bons se calam. Os maus fazem política.   Na política brasileira, ideologia é uma questão de cifras e conveniências.   Coligação não vê ideologia, apenas horário de televisão.   O eleitor insiste em votar errado. Como querer que algo dê certo?   Salvador da Pátria e Papai Noel. Um dia a gente cresce e a ilusão se desfaz.   Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira (Apon) (Além do nome do autor, cite o link para o site http://www.aponarte.com.br). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Coragem é assim

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Coragem Por: Antonio Pereira (Apon)   Coragem não é ausência de medo. É apesar dele, não desistir de seguir em frente. Dar menor importância ao tamanho do caminho e valorizar mais o caminhar. Saber que por muitas vezes iremos errar, tropeçar... Mas nunca desistir de buscar os acertos. É não sufocar nosso "Peter Pan" para satisfazer quem nos quer "Capitão Gancho". Ignorar os "mantras" da grande mídia, a tirania da moda, a ditadura das agendas e dos relógios. É sermos nós mesmos. Sinceros em nossos sims e nãos, mesmo quando a mentira é mais cômoda ea dissimulação faz-se mais conveniente. Mostrar a cara sem máscaras, fazer o que é preciso ser feito, sem a preocupação em agradar nem desagradar ninguém. É "aprender" tanta física, química, matemática... Depois, esquecer tudo, descobrir que "existe mais coisas entre nós e nossa realização profissional, do que sonha nossa vã educação". (Que Shakespeare me perdoe pela paráfra...

Educação pra que? criar cobra pra me morder?

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Um próspero fazendeiro foi eleito prefeito de uma cidadezinha lá nos cafundós da Bahia. Nepotismo à parte, nomeou sua filha como Secretária de Educação do município. Diferente do pai, ela era uma pessoa séria e compromissada. Diante do quadro caótico que encontrou, foi conversar com o Alcaide: - Meu pai as escolas estão uma lástima, falta tudo e mais um pouco. Ainda temos professores leigos, tetos ameaçando cair, esgoto no meio de sala de aula, bibliotecas defasadas. Temos que mudar isso para pudermos dar uma educação com o mínimo de qualidade.

Um portal

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Um sábio caminhava com um seu discípulo na praia ao entardecer, quando o jovem aprendiz perguntou: - Mestre, o que é a morte? - A morte é o intervalo entre duas existências corpóreas - Como assim? - A morte é semelhante a noite que separa dois dias. Nosso espírito é como o sol, nosso corpo é como um dia. - Não estou conseguindo entender... - O sol que se põe hoje, é o mesmo sol que resurgirá amanhã. Mas o hoje e o amanhã são dias diferentes, ainda que brilhe o mesmo sol. Durante a noite, o "astro rei", cintila do outro lado da terra e não podemos vê-lo daqui, senão através da lua, que funciona como uma médium a refletir seu lume. - Mas, e a morte? - O espírito humano, é o sol que fulgura em cada um de nós. No ocaso de uma existência terrena, encerra-se um ciclo e como o dia que se vai, deixamos o corpo e vamos luzir do outro lado da vida, numa noite chamada erraticidade, um período onde perdemos Parcialmente o contato com o mundo físico, até que possamos reencarnar...

Até algum dia! Até lá!

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Hoje nos despedimos de um espírita de verdade, desses que colocam o ser humano acima das teorias e o amor ao próximo à frente das retóricas. Ele nos deixa num 1º de abril, talvez para nos dizer que a morte é uma grande mentira, uma farsa, simples brincar de esconde-esconde. Deixou a "gaiola corpórea" e alçou seu vôo rumo a amplidão. Foi buscar outras flores unidas, nascidas em um novo arrebol, uma nova aurora da vida que os anos não traziam mais. Nossas lágrimas, não são gotas de tristeza, são pingos de saudade, de quem na humana condição, assiste um ser querido, nos anteceder nessa grande viagem, no retorno à verdadeira vida.

Espiritismo em nós

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Espiritismo em nós Por: Antonio Pereira (Apon)   Que espíritas estamos nos tornando? Essa indagação me veio à mente, diante de uma inesperada e despropositada resposta de um dirigente espírita. Acredito que estamos perdendo a conexão entre a teoria e a prática. Programamos nosso cérebro para amontoar ensinamentos, condicionamos o coração para ignorar o que foge dos formalismos e estereótipos. Se o nosso grande modelo, é de fato o Cristo, precisamos não esquecer que sua exemplificação não foi retórica. Jesus corporificou aquilo que pregava, levando o amor e o respeito ao próximo, muito além de fugazes e efêmeras palavras. O "amai-vos e instruí-vos" trazido pelo espiritismo, não pode e não deve ser utilizado como um simples chavão para adornar preleções baldas de consistência. O que somos, revelamos em nossas ações. Nossas palavras, dão recado daquilo que queremos mostrar. Nossos atos (muitas vezes por descuido), denunciam o que desejamos esconder. Espiri...

Beberemos grana

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Bem que podia, ser da vida sinônimo. Sangue que corre, nas veias da terra e do homem. Riqueza sem preço, que o humano desapreço, segue a poluir. Futuro que se esvai, no insustentável “progresso”. Retrocesso na razão, condenando já o hoje, abortando o amanhã. Desce ralo abaixo em desperdício, dando fim ao que nem teve início, esgotando o por vir. Semeando sede, colheremos guerras. Num planeta quente, beberemos grana e já sem refresco, restaremos almas, sombras errantes sob o orbe infecto. Ou mudar agora, ou chorar já tarde. Descuidar a água, é ficar doente. Adoece a terra, adoece a gente e doente a vida, faz-nos indigentes. Antonio Pereira Apon. Siga-nos Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes:

Uma espiadinha na realidade

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Vou começar falando do BiG Brother, apenas pegando um gancho para o "BBB" que de fato quero aqui abordar. Mais uma edição do "reality show" global, ressurgem as velhas e requentadas críticas, dessa vez, "temperadas" por uma certa dose de homofobia e preconceito. Como se a opção sexual de alguns "confinados", pudesse por si só, servir como balizador de qualidade. Se o programa chega a mais uma temporada, é por ter tido audiência, e tem audiência, justamente por explorar uma "patologia" do comportamento humano. O gosto por patrulhar a vida alheia. Pena que esse patrulhamento seja algo fútil, frívolo... Não focando nas coisas sérias e necessárias. Enquanto damos demasiada importância aos artifícios televisivos, a cidadania segue "emparedada", com gente sendo sumária e literalmente "eliminada" nos "paredões" dos (des)serviços públicos: saúde, segurança, educação...

Vã viagem

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Infeliz, quem precisa de álcool, para se sentir feliz. Triste alegria: Beber o tempo,

O silêncio ratifica

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"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". (Martin Luther King) A citação acima me fez pensar na bandalheira que prolifera na política, sobretudo quando coligações espúrias, derrubam as máscaras e explicitam o real caráter (ou a falta dele) dos candidatos, que não tem absolutamente nenhum compromisso com a coerência nem a verdade. Ideologia tornou-se coisa dos ingênuos que insistem em não perceber que, “esquerda e direita, virou esterco do mesmo pasto”. Mas o mais grave, é que o eleitor, assiste calado a tanta falta de vergonha e vota nos responsáveis pelas tragédias da nossa gente. Pior que esses estelionatários da cidadania, é o silêncio que ratifica a corrupção e a canalhice deles. Antonio Pereira Apon. Siga-nos Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes:

De lá e daqui

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Na Centro-América, um Haiti. Favelas, encostas, aldeias... Haitis daqui! Lá e cá: Miséria endêmica, desumanização! Pretos pobres de mãos postas, autoridades dando as costas, muito ocupadas com a próxima eleição.

Vestido curto, mentes minúsculas

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Vestido curto, mentes minúsculas Por: Antonio Pereira )Apon) Uma estudante vai à universidade com seu curto vestido rosa. Sob o “efeito manada” uma turba ensandecida, acua a garota pink. Sob impropérios e ameaças, aqueles espécimes, travestidos de universitários, davam vazão à hipocrisia, o moralismo de titica, o falso puritanismo das mentes embotadas pelo preconceito e a falta do que fazer. Aquela “pecadora”, maculou o “santuário” acadêmico. Os “imaculados” defensores da moral e dos bons costumes, levantaram-se numa guerra santa, para resguardar a pureza educacional. Como no Brasil. Babaquice pouca é bobagem, esse “templo” do ensino superior, ainda tentou expulsar a “criminosa” que ousou vestir seu rosa e curto vestido. Mais curto , parece ser o discernimento dessa gente, e a mentalidade minúscula que pulula por entre jovens aloprados, em muitas “quitandas” do saber. Costuma-se dizer que, exaltamos os pequenos erros(?) dos outros, para dessa forma, esconder nossas grandes faltas, camu...

Fanfarra do Duque 2004

Desfile da fanfarra do Colégio Estadual Duque de Caxias no 02 de julho de 2004. Confira o vídeo:

Seu Jorge Guerreiro

Seu jorge guerreiro Por: Antonio Pereira (Apon) Existem pessoas, que se curvam passivamente ao peso dos anos, outros se entregam à depressão, à revolta ou desistem diante de pequenos problemas ou enfermidades banais. Jovens, que ao menor dissabor, entregam-se às drogas, à delinqüência, à rebeldia... Precisavam conhecer Seu Jorge. Um guerreiro de quase 80 anos, que passou uma rasteira na morte, recuperando-se de uma grave enfermidade e uma delicadíssima cirurgia. Montado no “cavalo branco” da perseverança e empunhando a “lança” da determinação, ele partiu desassombrado, contra o “dragão” das limitações e da acomodação, Dando um show de força de vontade e esperança. Muitos, com menos idade e em situação de menor gravidade, desistem da luta, prostram-se de corpo e alma, assinando a própria sentença de morte. Quando não tardam no aguardo de uma intervenção divina ou um socorro mágico, que não exija esforço. Virei fã de Seu Jorge! Ele sim, é um exemplo de verdade. Não esses heróis de artif...

Morre o "Velho Chico"

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Morre o "Velho Chico" Por: Antonio Pereira )Apon) Vai morrendo o São Francisco, Rio da integração nacional. impotente, triste eu fico, infame, esse crime ambiental. Aqui, assoreamento, Acolá, poluição. Ao povo, resta o lamento, À paisagem desolação. O "Velho Chico" morre, Esvai-se o ribeirinho e o sertão. De indignação falta um porre, Contra tal aberração. Em terra de gente séria, Buscar-se-ia solução. Mas aqui é Brasil! Faz-se "transposição"! Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira (Apon) (Além do nome do autor, cite o link para o site http://aponarte.com.br). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Salvador à deriva

Salvador à deriva Por: Antonio Pereira (Apon) 23 de julho de 2009. A cidade tornou-se refém da guerra das facções do Sindicato dos rodoviários. ônibus atravessados nas pistas com os pneus furados, travavam o trânsito na capital baiana em pleno horário de pico. A politicagem interna, ganha as ruas, prejudicando a população, que não tinha absolutamente nada a ver com as disputas sindicais. Manifestações de motoristas, não são nenhuma novidade, mas a motivação da bandalheira promovida nessa quinta-feira, mostra que Salvador virou “casa da mãe Joana”. Todo mundo faz o que quer e não dá em nada! Para que temos prefeito? Governador? A segurança pública, já virou calamidade, a saúde uma tragédia, a educação um descalabro e ainda temos que tolerar esse tipo de patifaria. “Estimulada” pela inércia e omissão das autoridades (in)competentes. Nesse caso, acredito que está na hora do Ministério Público, entrar em ação para colocar limites nos abusos em que se tornaram tais manifestações.