Quem “não quer se aborrecer”, pode terminar aborrecido - A arte da vida. Apon HP


Obrigado por sua visita. Boa leitura!



Clique para exibir/ocultar os posts mais recentes e mais opções do Site.

Você já conhece nosso App? Clique aqui para saber mais. Ou na animação a seguir, para baixar e instalar em seu Android..


Tudo cabe no seu App. Bom dia! Clique para baixar e instalar.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

 

                    Quem “não quer se aborrecer”, pode terminar aborrecido              

     

A ilusória fuga de alguns aborrecimentos. Costuma ser o caminho mais curto para maiores aborrecimentos.


Antonio Pereira Apon.


Gato marrom.


A pretexto de não se aborrecer, algumas pessoas sobrevivem engolindo uma indigesta, aborrecida e aborrecedora ração de “sapos, cobras e lagartos”:

Em casa, os filhos se recusam a ajudar nas atividades domésticas, apesar de consumirem, sujarem, bagunçarem... Crescem na idade e estacionam na imaturidade, eternos “filhinhos de papai (e de mamãe)”. Se gasta o que tem, o que não tem e mais alguma coisa. É quando surge o tal do: “Para não me aborrecer”... Alguém arca com a sobrecarga de tarefas que outrem poderia e deveria fazer; além de “se arrebentar” de trabalhar, para bancar a gastança desregrada.


Na vizinhança: Um discute relação às duas da manhã, outro põe o som naquelas alturas, violentando os ouvidos adjacentes com seu dissonante lixo pagodeiro; tem quem suje a porta alheia... Mas, em nome da “política de boa vizinhança” e: “Para não me aborrecer”...


Estudando: Tem aquele colega que não estuda, atrapalha a aula e na hora da avaliação, fica ali colado, colando. E no trabalho de grupo? O parasita não colabora, mas quer seu nome na lista para ter sua imerecida nota. “Para não me aborrecer”...


No trabalho: Tem aquele encostado que vive “dando nó em pingo de éter”, enrolando, fofocando, intrigando e bajulando a chefia para auferir vantagens, favores... Contudo, “para não me aborrecer”...


Assim: Tolerando o intolerável, aceitando o inaceitável... “Para não me aborrecer”... A criatura termina estressada, ansiosa, hipertensa, cardíaca, patologicamente aposentada e cronicamente aborrecida.


Pois é caro leitor. Para não me aborrecer... Vou terminando por aqui.



   
 
 

4 comentários:

  1. E, o pior que acho disso tudo é que vamos nos entregando a tudo e a todos submetendo-nos ainda que contrariados e quando tomamos uma postura... ah! somos dinamitados como insensíveis, chatos, antiquados, velho e por ai vai... Limites é o que falta, pois o meu direito vai onde começa o do outro! Ótimas suas considerações, Antonio!
    [ ] Célia.

    ResponderExcluir
  2. Oi Antonio,

    Nossa! Seu texto me fez pensar em tantas coisas que faço "para não me aborrecer"!
    Mas o pior de tudo isso, é que vamos acatando como "se normal fosse"!
    Beijos!

    ResponderExcluir
  3. Oi, Apon! Infelizmente essas pessoas que acabam sendo polpadas pela força das circunstâncias passa uma vida achando que os outros sempre tem a obrigação de fazer por eles...fazer o que. Não sabem o que é respeito pelo outro. Um abraço!

    ResponderExcluir

Obrigado por sua visita. Aqui você pode deixar seu comentário. Esse espaço é feito para você. Volte sempre!

Antonio Pereira Apon.



Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.


Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.

Fale conosco.



Clique na imagem para ler um texto sorteado pelo sistema:
Textos para todos os dias. Curta a arte da vida!




Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...