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Mostrando postagens de agosto, 2020

Hoje é dia de quê?


Tela da vida

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A vida tem as cores que lhe damos: Quem sonha, dá cor de sonho à vida, quem não sonha, não tem cor à vida dar. Ela é uma tela a ser pintada, cada um, Pinta o que trás no coração: Uns são acromáticos, vivem a pintar um retrato em preto e branco de suas desilusões, dores e desventuras; Outros são monocromáticos, tentam pintar a vida de acordo com seus conceitos e preconceitos, sob a inspiração do orgulho e da vaidade. Tentam impor sua forma de ver as coisas. Por fim, temos as pessoas policromáticas, que capazes de ir além da província do eu, pintam a vida como ela é: multiforme, multicolorida; fruto das experiências, dos erros e acertos, Idas e vindas, sorrisos e lágrimas.

O castigo de Eco e Narciso

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Conforme a mitologia grega, a linda Eco era uma das Oréades, ninfas que habitavam e protegiam as montanhas, cavernas e grutas. Aliás, a mais tagarela de todas, parecia dupla de repentista disputando embolada. A moçoila falava pelos cotovelos. Zeus, um amante inveterado, adorava a companhia das belas ninfas, não perdia a oportunidade de “pular a cerca” ao encontro das beldades. Marcando em cima, num quase mano amano, Hera desceu a Terra para dar um fraga no divino marido e suas amantes. Talvez por sua incessante falação, a verborreica Eco era a única que não se divertia com o “Don Juan” do Olimpo. Assim, sobrou para ela, tentar salvar as amigas. Disparou sua logorreia para cima de Hera qual locutor argentino, narrando o 7 a 1 da Alemanha em cima do Brasil. Permitindo que o todo poderoso e suas amantes fugissem. Desvencilhando-se da falastrona a deusa chegou ao campo das peripécias e safadezas do marido. Mas, não encontrou ninguém. Enganada e virada no estopô, Hera tascou-lhe um cast...

Tecido rasgado

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O sentir é um tecido, delicada trama, frágil tecitura. Sem perceber esgaça,

Hoje é sábado!

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Dia de fazer tudo ou, simplesmente, não fazer nada! Singularmente plural, sábado, ainda não é domingo, mas já não é de segunda à sexta. Sem as desvantagens de ambos e as vantagens dos dois; o sábado se afigura como um domingo com possibilidades de um dia de semana ou, um dia útil, com uma pegada de domingão.

Destinos conectados, efeito borboleta

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A contragosto das posturas egoístas e egocêntricas, que intentam colocar os indivíduos à parte do todo, ilhando as criaturas no descompromisso com os outros e tudo o que nos cerca. Contudo, como parte da teoria do caos, o efeito borboleta, que se aplica a qualquer área do conhecimento, nos dá conta da influência das escolhas de cada um no planeta, no universo; pessoas, natureza, sistemas entrelaçados no mecanismo do existir, que reclama maior responsabilidade e senso de coletividade nas decisões tomadas: no lar,, no trabalho, em nossas interações com tudo e todos.

Depressão. Saia desse quarto! ...

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Desensombre! Não se assombre em suas indevidas sombras, não conspire contra si; destranque-se para destrancar a vida, destrave, desentrave, não sabote-se! Você é bem mais que um quarto, é um todo, é um parto da amplidão. A sorte não visita a quem dela foge, e ninguém e nada acode quem não se permite acudir. Não condicione nem condicione-se; nada de desertar, não deserde-se; a vida nos faz herdeiros da esperança e da fé. Acreditar faz parte do superar de quem supera-se.

Não se estresse, crie pérolas

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Bem observada e percebida, a natureza nos oferece ricas lições de vida. Determinadas espécies de ostra, por exemplo; ao serem invadidas por um corpo estranho como grãos de areia, parasitas ou qualquer partícula que lhes atravesse a concha. Quando o intruso é detectado pelo manto (Membrana de proteção interna), o elemento indesejável é isolado e vai sendo envolvido em camadas concêntricas de nácar  ou madrepérola, predominantemente composta de aragonita. Cristalizando rapidamente, a substância neutraliza o invasor, desencadeando a produção da pérola.

Como a flor de lótus

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De origem asiática, floresce cheia de simbologia em culturas milenares, a formosa flor de lótus; autolimpante, ela flutua sobre o espelho d’água, emergindo da lama sem se sujar. Empresta beleza em lagoas plácidas e doces correntes tranquilas. Suas raízes, penetram o lodo no fundo d’água, enquanto as flores dançam no ritmo do curso e do vento. Alvorece aberta para a luz diurna e anoitece fechada, submergindo na lama. Entre outras peculiaridades, as sementes da flor de lótus podem sobreviver milhares de anos, no aguardo das condições adequadas para germinar. Além disso, a planta tem a singular capacidade de controlar a própria temperatura e por si mesma, é capaz de repelir micro-organismos e resíduos indesejáveis. Poética inspiração, no Ioga a posição de lótus convida para a meditação, na postura com as pernas cruzadas entrelaçadas com a coluna reta e mãos postas sobre os joelhos.

Homem não bate, não maltrata, não mata...

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Fina flor humana, primorosa obra da natureza. Não se presta a objeto, de machista abjeto, dejeto da estupidez. Violência, eclipse da razão, aberração da força bruta. Covarde “argumentação”, tacanhez absoluta. Quem fere só desama, maltrato desengana o amor. Possessividade tirana, artífice funesta da dor. Homem de verdade, não se faz cobarde espancador. Carece travestir-se de “autoridade”, quem traz emasculado ente agressor. Desvirtuada masculinidade, atávica perversão. Sadismo da brutalidade, anacrônico aleijão.

O harém

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Extremista, misógino, machista, preconceituoso, homofóbico, amoral… Eram apenas alguns dos predicados que desqualificavam aquele sujeito arrogante e intratável. Naquela noite, após usar e muito abusar dos serviços de uma profissional do sexo. Sem que nem pra que, ele danou a humilhar e ofender a moça e as mulheres em geral: - Vocês são coisas, são como camisinhas, descartáveis! Uso e jogo fora, mercadorias, objetos do meu bel prazer; brinquedinhos que meu dinheiro pode comprar aos pacotes, pencas… Mulher é tudo quenga, principalmente as nigrinhas! ... Em meio a um sorriso sinistramente sarcástico, a figura de mulher tornou-se um vulto diáfano, seu rosto transmutava em múltiplas faces femininas, mascaradas de dor e ódio. Aterrorizado, de olhar desmensurado, o desgraçado sentiu a mão translúcida daquela presença, atravessar-lhe o peito e esmagar-lhe o coração. Enquanto um enfarto fulminante lhe roubava as forças, ele ainda vislumbrou uma segunda aparição, igualmente incorpórea; e...

Tempo, água em cesto

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O tempo foi feito pra se viver, é como água em cesto; escoa, vai embora, não dá pra se guardar. Não aguarda, não demora, quando esvai-se uma fugaz hora, qual a lágrima que se chora, não retorna pro lugar.

Nosso tempo

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Não, o tempo não é feito de dias, semanas, meses, anos… Ele é feito de gente e por gente, daquilo que a gente faz! Sem gente o tempo não é nada; ele é fruto das nossas vivências e convivências, chegadas e partidas, encontros, reencontros, idas e vindas… Ele transita entre a vida e a morte, o azar e a sorte, os afetos… Velhos amigos, renovadas lembranças; a poesia dos encontros, escrevendo a prosa do tempo. Revivências: Rostos e gestos, palavras e silêncios, saltam do acervo das lembranças na escrita da nossa história, do nosso tempo.

Frustração

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Quem se eleva ou muito se rebaixa, subestima ou superestima, quem passa da conta, quem nem conta faz! Avarentos e perdulários, prepotentes e subservientes; Os que se apressam, os que se deixam apreçar. Gente que nem começa e já desiste, que inexiste; os dados ao vício, os chegados ao ócio, alguns tantos a se acomodar. Uns que correm em demasia, aqueles que rastejam, Há os que pouco almejam e restam a invejar.

Escola e vida

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A escola é vida, como a vida é escola; apreçada pressa, o luto quem consola? Se, deseducado, o adulto desobedece! Como cobrar de quem adolesce? Do infante em seu lúdico afã? Ainda não é hora, não é chegado o tempo; morte à espreita, estreita sorte; a vida e a escola, preferem não arriscar lamento.

Lição poética das cores

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Azul, amarelo e magenta, cores primárias são. Mas, misturadas em pares, secundárias serão. De magenta e azul se faz violeta, laranja vai dar o amarelo com magenta. Azul e amarelo, do verde a mistura está feita. Engana-se quem pensa finda a misturação. Com cores, mesclas infindas se faz.

Colore a vida

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Tem gente que tenta, insiste, intenta viver colorido, como o brincar de criança. Outros, se precipitam entre os tons de cinza da ditada, idade adulta. Há quem pense o viver qual um “mar de rosas”, quem deixe a vida passar em “brancas nuvens”, os que perseguem sonhos dourados, os que colecionam pardacentos pesadelos ou que se viciaram a reclamar que “a coisa está preta”, melindrando aqueles que enxergam na “coisa preta”, uma expressão racista. São os dissimulados “politicamente corretos”, “pasteurizando” o existir e suas cores.

Precisamos agradecer, sempre!

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Pode parecer paradoxal, difícil de entender; mas, precisamos agradecer por tudo que nos acontece. Muitos podem perguntar, agradecer o que? o ente querido que se foi? as dificuldades  que passamos? Doença, desemprego, tristeza? … Agradecer por quê? Admitindo que você seja espiritualista, independente do rótulo religioso que adote. Todos os grandes líderes das mais diversas religiões, deixaram claro que o espírito, a essência que nos anima, transcende ao corpo e a esse tempo que vivemos na Terra, onde estamos em curso, de passagem. A vida não é uma prova teórica; é um exame prático do nosso grau de espiritualidade; um “intensivão”, preparatório para a eternidade. Assim, tudo se faz aprendizado.

Você é sol

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Você é sol, e a missão de um sol é a de iluminar, independente das nuvens que tentem ofuscar seu brilho, ou da noite que procure desmentir a claridade. As nuvens por mais densas que sejam e a noite por mais longa que se faça parecer, são efêmeras e passageiras. O sol brilha independente do que pensem, do que queiram ou tentem fazer, segue na sua missão de vitalizar, dissipando as nuvens, e no meio da escuridão noturna, demonstra sua força refletindo seu brilho no "espelho" lunar. Minúsculas estrelas, como pequeninos sóis dão o recado da dimensão da sua grandeza.

A águia e a águia

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Uma majestosa águia em seu exuberante voo diário, notou que outra águia voejava acanhada entre árvores, saltitando desajeitada entre pedras. - Tenho te observado. Você não voa além das árvores, fica pulando daqui ali, andando no chão... Tens algum problema? - Não, não tenho nenhum problema. Apenas não gosto de voar. - Mais as águias foram feitas para os grandes voos! Faz parte da nossa natureza! - Na verdade, depois de seguidas quedas, eu desisti de voar nas grandes alturas. - Mas, quem nunca caiu? Cair faz parte do aprendizado... - Eu preferi não me arriscar mais... - Você corre mais riscos vivendo assim. Aqui em baixo você está mais vulnerável ao ataque de predadores. Aqui você é caça, lá em cima, é caçadora! - Estou bem assim! - Você é uma águia, você pode mais! Não se imponha limites imaginários, inexistentes! Você não é um passarinho, uma borboleta, nem um grilo... Você é uma águia!!! - Essa conversa já está me aborrecendo! Deixe-me em paz! Estou bem assim co...

Escrava do passado

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Destino enraizado no pretérito, passado que não passa, embarga o hoje, suga a seiva do porvir. Compulsória sina, chacina a sorte; em cada esquina uma desdita espreita, senda estreita. Sumário rito, imprescritível sentença a carpir. De tempo em riste, a hipocrisia aponta; dedos sujos, malogrado juízo, falso moralismo,, desjuízo que condena,

Informática do ser

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No princípio éramos um simples “sistema operacional”. Fomos “instalados” numa “máquina” compatível com nossas necessidades para interagir com outras “máquinas”. Mais não somos um “software qualquer”, somos o top de linha da criação, nosso “código aberto” permite novas programações, e nosso módulo de inteligência nos permite alterar nosso próprio registro. Conectados em rede com os nossos pais, logo recebemos os aplicativos de linguagem e comportamento. Não tarda a aumentar a nossa rede familiar; se conectam outros parentes, amigos, escola... Uma série de “programinhas” legais são instalados, fazemos nossos primeiros “downloads” e “uploads”, aí surgem os primeiros “vírus”, reclamando dos pais, como administradores da rede, a instalação de um “antivírus” adequado. Mas, com o crescimento da rede e o aumento no tráfego de informações, logo será preciso um bom firewell e um antispayware, para dar conta das pragas que surgirão sobretudo quando o plug-in da adolescência for instalado. Ness...

Silêncio dos silêncios

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Silente noite enluarada e muda, estrelas surdas a brilhar, se vai em solilóquio o pensamento. Ele cala, ela não fala, palavras natimortas se esvaem no espaço-tempo, transborda o cálice da rotina, jazem num cale-se mouco. Silenciosos silêncios esterilizando os dias, mudez de poesia a definhar, hiatos que gritam tão loucos, transloucados vazios;

Meu melhor

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Sem o melhor: Desenlaçam laços, desabraçam braços; desapegadas, as pegadas, desarrumam o rumo. Os argumentos calam, amordaçam a razão e o sentimento, emudece a voz do tempo. A poesia despe a rima; declina, desencontra, desatina. Rupturas, disrupturas; virulenta a sina que intenta ensinar,

Mangas na laranjeira

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Caminhando por um pomar, dois amigos conversavam: - Estou aborrecido com meu filho. Quero que ele faça medicina, mas ele quer fazer teatro. Desde pequeno que ele falava isso, mas pensei que quando crescesse ele mudaria de ideia. Mas...

A ampulheta e os dois relógios

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Na bancada do relojoeiro uma antiga e sábia ampulheta escutava as vanglórias de um rico relógio de ouro e as lamúrias de um relógio barato, desses comprados em camelôs. O primeiro, cravejado de brilhantes e mostrador de design assinado, coberto por um caríssimo cristal, arrotava bravatas e arrogância; o outro, com mostrador adesivado, era feito de metais baratos e vidro, desfiava um rosário de lamentações e desventuras.

Falar, ouvir; comunicar

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A palavra é certa, incerto o interpretar, o falar versa, por vezes diversa o escutar; no disse que disse do disse me disse, a gente se desentende pensando se fazer entender. Entre o que se diz e o que se quer dizer, o que se ouve e o que se suspeita ouvir; o recado mal falado ou mal ouvido, faz ruido e costuma arruinar.

A realidade, a raposa, as uvas e as redes sociais

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A realidade não cabe numa versão. A versão é uma aversão à realidade incômoda e inconveniente, qual a narrativa de Esopo na fábula da raposa e das uvas: Diante de uma parreira carregada de uvas maduras e suculentas, a Raposa aguou de desejo. Tentou e tentou abocanhá-las, mas as uvas estavam no alto tornando todas as suas tentativas literalmente infrutíferas. Desiludida e decepcionada bradou: “Essas uvas estão muito azedas, podem manchar meus dentes. Não as quero verdes, não gosto delas assim”. E foi-se…

Heroi (Dia dos Pais)

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Camufla a emoção, como quem esconde um pecado mortal; sufoca o sentir, pois "pega mal" um homem sentimental. Herói anônimo e solitário;

Português sem Portugal

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Essa vida finda, que é pro homem “infindar”; chora triste a flor do lácio, jaz com Jorge, predestinado Portugal. Singular no português, plural “baianês” universal; na prosa e na poesia, letra, melodia, etnia multicultural.

Os pés do pavão. Ilusão tipo ostentação

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Em: “O CORVO E O PAVÃO”. Magnífico conto de Monteiro Lobato, que se diz tratar de releitura de uma fábula de Esopo, convida-nos a refletir. Vejamos: O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia com desprezo para o corvo: “Repare como sou belo! Que cauda, hein? Que cores, que maravilhosa plumagem! Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?” “Não há dúvida de que você é um belo bicho”, disse o corvo. “Mas, perfeito? Alto lá!” “Quem quer criticar-me! Um bicho preto, capenga, desengraçado e, além disso, ave de mau agouro... Que falha você vê em mim, ó tição de penas?” O corvo respondeu: “Noto que para abater o orgulho dos pavões a natureza lhe deu um par de patas que, faça-me o favor, envergonharia até a um pobre diabo como eu...” O pavão, que nunca tinha reparado nos próprios pés, abaixou-se e contemplou-os longamente. E, desapontado, foi andando o seu caminho sem replicar coisa nenhuma. Tinha razão o corvo: não há beleza sem senão. *** Pois é. Muitos, como o pav...

Casos do Pelô

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Dois homens discutem em pleno Largo do Pelourinho: - Rapaz, que história é essa? Minha noiva vai ao seu terreiro e o Senhor Vai logo beijando e apalpando? - Não! ... Eu sou um Umbandista, Budista, Sincretista, Candomblezeiro sério! Mas não posso me responsabilizar pelos atos do caboclo beijoqueiro. - Que caboclo nada rapaz! Você é um discaradista, safadista, enganista aproveitador. Mas agora quem vai se acertar com você é o meu caboclo. O noivo ofendido, "incorpora a entidade": - Tudo bem misifiho? - Tudo na paz meu santo, mas o seu cavalo anda desconfiado da seriedade do nosso trabalho e da dignidade do iluminado caboclo beijoqueiro. Eu gostaria que o Senhor Como guia dele, lhe mostrasse a verdade. - Vósmicê sabe quem sou eu? - Não meu santo. Qual a sua graça? Sacando um facão, o “caboclo” respondeu: - Eu sou o caboclo decepador!!!

Feliz mês! Felizes oportunidades novas!

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Por si só, desprovido de humanidade, razão e emoção, o tempo não tem maiores significados. Ele carece de propósito, de intenção; é e será sempre o que fizermos ser. Um novo mês que chega, achega-se cheio de possibilidades, repleto de oportunidades. São semanas inéditas! Dias novinhos! Páginas em branco para escrevermos ou reescrevermos. Podemos fazer diferente ou seguirmos indiferentes ao tempo que passa, ruminando garatujas pretéritas, detritos conscienciais, entulhos comportamentais.

Quem "se acha", só se perde

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Tem gente que se acha mais isso ou mais aquilo, se põe acima dos demais, os pobres mortais. Por ter posses, por seu sobrenome e ou pelos títulos, cargos, talentos… Como se algum ser humano se bastasse e uma suposta completude preenchesse o seu ser.