Bem que podia, ser da vida sinônimo. Sangue que corre, nas veias da terra e do homem. Riqueza sem preço, que o humano desapreço, segue a poluir. Futuro que se esvai, no insustentável “progresso”. Retrocesso na razão, condenando já o hoje, abortando o amanhã. Desce ralo abaixo em desperdício, dando fim ao que nem teve início, esgotando o por vir. Semeando sede, colheremos guerras. Num planeta quente, beberemos grana e já sem refresco, restaremos almas, sombras errantes sob o orbe infecto. Ou mudar agora, ou chorar já tarde. Descuidar a água, é ficar doente. Adoece a terra, adoece a gente e doente a vida, faz-nos indigentes. Antonio Pereira Apon. Siga-nos Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes: