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Hoje é dia de quê?


Real e ideal

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O amor ideal, É pleno, incontido, irrefreado... O amor real, carrega impermanência da realidade: Como o dia e a noite, A chuva e o estil, O silêncio e o som, O cheio e o vazio. O amor ideal, Tem a auto-suficiência Do sonho, da emoção, do querer... O amor real, Experimenta a sazonalidade do cotidiano, O embate entre o desejo e a razão, A dialética do dia-a-dia, A inconstância da vida... Assim:

O viver e a vida que escrevemos

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Pode: Ser leve como a inocência, ou pesado como a culpa. Ser belo como um poema, ou carrancudo como uma sentença. Ser moderno como a inclusão, ou medieval como o preconceito. Ser doce como o amor, ou acre como o ódio. Ser a melodia da paz, ou a dissonância da violência. Ser o aroma das realizações, ou o odor da estagnação. Ser uma comédia, ou um drama. Ser primavera, ou inverno.

Transcendental caminhar

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Transcendente percepção, desvela, revela a vulgar apercepção. Sexto sentido, quarta dimensão; esgaçar dos limites, deslimites da evolução.

Silêncios que gritam

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima primeira participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Meus silêncios gritam, querem falar o que não sei dizer; nem desdizer. O indisfarçável em cada gesto,

Anormalidade

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Anormal. O poder não me oprime, religião não me doutrina, nem o ter a mim deprime. A mídia não me manipula!

Mar, amar, ah mar...

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... Passos, traços arriscados, pegadas mau riscadas; um rascunhar de coração. O destino sopra em vento, sopra o tempo, ilusão. Ondas espreitam: O arriscar dos passos, os rabiscos das pegadas, o debuxado coração... Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . “Ser ou não ser”... Ir e vir, bem me quer, mal querer… Mar, amar, ah mar... Na praia:

Quer mesmo ser feliz? Então seja!

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Precisamos adoçar a alma, a mente e o coração. Contrapor com doçura a tanta e inútil amargura, o infrutífero azedume que a tantos infecta. Sorrir para a vida, para que ela possa responder com um outro sorriso. Vive-se acuado entre o preço da pressa e a pressa do preço, vai-se trocando o ser pelo ter e artificializando mais e mais uma desumana humanidade, hipnotizada por valores sem valor, transitória posse de desnecessárias necessidades.

Íris d'água

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima nona participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Um lago... Íris d'água, sol brilhante, deslumbrante paisagem a inspirar. Caminhante, andante, pensante vida,

Vida descalça

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima oitava participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Na trilha, no trilho, na linha da trama, esboço, traço, tecendo o tecido; desiderato. Um ritmo, um átimo. Vida descalça, descalçados passos, no traço das mãos. Destino que o caminho encaminha, caminha.

Cadê o povo que deveria estar aqui?

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... Sonhos natimortos a sufocar, desesperançar da esperança; sobras de nada, falta de tudo. Superfaturada farsa. Cadê o povo? Esse que empobrece para enriquecer poderosos, que garante o ganho dos... Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima sétima participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Cadê o povo? Esse acostumado a comer o pão que a política amassou. A ser o palhaço desse circo sem graça, a rir da própria desgraça e mexer a bunda para festejar. Povo que rumina promessas vazias, que engole mentiras vadias, que busca um engano para se enganar. Farsante, o “salvador da pátria”, solerte cafetão; vendido, vendeu a mátria. Mamou toda mamata, negociou toda negociata, deixou a conta; para mim, para você pagar.

Não se acostume com o problema. Queime a pinguela

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Um problema pede uma solução. Mas, vamos adiando, prorrogando, protelando, “empurrando com a barriga”… Bem assim: Uma velha pinguela, era a única ligação daquele bucólico vilarejo com a sede do município e o resto do mundo. Cerca de 15 metros de cordas carcomidas, madeiras gastas, quebradas e apodrecidas, debruçadas sobre o rio, esse o único e mais que precário caminho para os moradores e visitantes dali. Décadas de remendos e improvisos, mantinham aquele arremedo

Qual “cracia” melhor define o Brasil?

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É certo que a palavra democracia, que deveria designar um governo do povo, no Brasil, ganha ares de eufemismo e uma certa falsidade. A “cleptocracia”, que ganhou as manchetes nos últimos tempos, pareceu trazer a mais perfeita e completa tradução do nosso regime politiqueiro. Mas, consultando o sapientíssimo guru e professor/doutor Google, encontrei outras “cracias” que complementam, reforçam e ressignificam o sentido real da bandalherocracia brasileira. Vejamos: Bancocracia. Controle político e econômico dos banqueiros; timocracia. Tipo de governo em que o poder e os cargos são distribuídos em favor dos ricos (por isso, tantos querendo ficar ricos ou, ainda mais ricos), a plutocracia segue a mesma linha (creio que “putocracia” definiria melhor); partidocracia. O domínio do estado por um ou mais partidos políticos (aqui, absolutamente, qualquer semelhança não é mera coincidência). Nunca antes foi tão difícil designar isso aqui. “Delitocracia”? “Corruptocracia”? ...

Flor da flor

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Meiga flor da flor do Lácio, entre palavras e virtuais abraços, real laço de bem querer. Para além do oceano, ciberespaço a navegar, doce poema do além-mar; comentando, versejando, afeto a ressignificar. Distante proximidade, amizade, carinho a transbordar. Bela Dulcineia, bela de verdade, sem a loucura de um Quixote;

Despedaços em preto e branco, por um tom de rosa

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima sexta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Despedaças, despetalas; um mal me quer , um bem querer... Um sim ou não, um talvez, o que vier! Triste foto em preto e branco...

Você, Mãe

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Você: Que mesmo quando “não sabe nada", sabe de um tudo; sem mapa, não perde o rumo, sem bússola, encontra um norte, sem prumo, não se deixa desaprumar, sem régua, acerta a medida, sem diploma, se faz mestra e doutora, sem forças, improvisa, com medo, enfrenta, sem qualquer superpoder, faz a magia da vida acontecer; de todos os nãos, arruma os seus sins, desafia a lógica, afronta o impossível, dá na cara do destino, do tempo, de quem ouse encarar.

Preguiçosos, invejosos & Cia.

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Tardam cativos de si mesmos, carregam entulhos do passado, alimentando manias e acomodações. Sob o peso de seus atavismos, se permitem soterrar pelo passivo de suas irresoluções, e estagnam na queixa das tantas possibilidades consumidas pela fome do tempo e o fastio da vontade. Adormecidos no berço da inércia, rogam favores dos céus e benesses do destino. Confiantes que a sorte engendre soluções e o acaso improvise resultados favoráveis.

Caminha esperança

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima quinta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Caminha, encaminha-nos ao porvir. Na areia dos dias idos, áridas pegadas sofridas; sopradas pelo vento, devoradas pelo tempo, esquecidas pela vida.

Você. Sonhar bordado em nuvens

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha trigésima quarta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Num eterno sonhar, a imaginação molda as nuvens, borda sua linda imagem na retina do tempo, tênue película da vida.