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Hoje é dia de quê?


“Não é não”! “Sou mulher, quero respeito”, “respeita às mina”!

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“Não é não”! Entendeu? Ou precisa desenhar? Mulher não é objeto para o machismo abjeto, não é enfeite para um deleite qualquer; não é coisa, para se passar a dementada “mão boba”, pra se dizer o que se quiser. Homem de verdade “respeita às mina”, não precisa se travestir de “macho”; chega com delicadeza, encanta pela sutileza, conquista por saber dizer… Mas você não sabe? Ou não quer saber?! A musiqueta ruim já fritou seu discernimento??? Os tempos mudaram! Ninguém te avisou??? Lamento!!! Por bem ou por mal, você vai ter que aprender.

Acorda para caminhar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 71ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Acorda a arte esquecida, a espiritualidade adormecida sob os entulhos do tempo; caminha para além dos tropeços, desperta os passos entorpecidos pelas dores… Drummond poetizou a pedra que tinha no caminho, Apon versou o que fazer com ela ; aprenda com as pedras e a poesia!

Chuva ...alheia ao poeta e a rosa, a poesia e a prosa...

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... sem sonho, nem realidade, projeto ou destino, lágrimas, risos, sem riqueza nem pobreza, doce nem fel. Apenas chuva... No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 70ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Cai a chuva, Indiferente a tudo e nada: vida, morte, azar ou sorte, palácio, choupana, amor e ódio, silêncio, burburinho, violência, carinho, tempo que passa ou deixa de passar. Apenas cai a chuva: alheia ao poeta e a rosa, a poesia e a prosa;

Quem nasceu primeiro? O homem ou a mulher?

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Essa coisa de que Deus criou primeiro o homem e deste fez a mulher, é pura balela, invencionice do patriarcado “nonsense”, machista e caduco. Deus caprichou fazendo a mulher, com as sobras, mandou um estagiário improvisar o homem. Daí essa coisa tosca, mal-ajambrada, com um penduricalho esquisito, afrontando a estética.

Segue a vida, segue o caminhar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 69ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Sob a neve dos invernos, sobre as folhas dos outonos, além das primaveras que já foram, entre as árvores que irão. Segue a vida; sua sombrinha é o destino, desprotegida proteção,

Titanomaquia. O bafafá dos deuses

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Segundo a mitologia grega, houve uma guerra entre os titãs, liderados por Cronos, contra os deuses do Olimpo, comandados por Zeus , que durou dez anos e definiu o controle universal. A Titanomaquia, da qual, Zeus se fez vencedor, Resgatando seus irmãos e se coligando a outras forças, De acordo com o poema épico, Teogonia, do poeta Hesíodo, cujo título significa: "O nascimento dos deuses" e que conta a origem desses e da ascensão de Zeus ao trono do Olimpo. No mito, Zeus desafia seu pai, Cronos, para assumir o controle do universo. Tarefa nada fácil, derrotar o rei dos titãs, seres tão poderosos quanto os deuses, ainda que, mortais como os humanos. O quiproquó tem início, quando Urano resolve casar com Gaia, a Terra, gerando os titãs e, temeroso de que um desses seus filhos tentasse roubar seu trono, ele, assim que um filho nascia, o introduzia de volta no útero da mãe. Revoltada, Gaia colocou os filhos contra o pai. Certa vez, enquanto Urano copulava, Cronos escapou e com u...

Hoje é dia de que mesmo?

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Tem dia de tudo e para tudo comemorar, dia do pai, da mãe, do avô, da avó, da criança, da pizza, do sorvete, do disco, do homem, da mulher, do orgulho ateu, de Nossa Senhora disso, de Santo aquilo... Assim, vamos datando, rotulando, etiquetando, classificando os dias e acondicionando o tempo na caixinha das efemérides, feriados e afins. Eis o tempo cronológico, o artifício da linearidade temporal, a “timeline” que customizamos para a rotina da vida; o cotidiano programado para ser. Agendado para acontecer, regrado, pasteurizado, pré-fabricado, condicionado...

Entre as pedras. Uma flor

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 68ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Mariana, Brumadinho... Restam restos, rejeitos de razão. Entre pedras esquecidas nasce uma flor; poema de teimosa esperança, desafiando, desmentindo a aridez, sonho persistindo na realidade, coração insistindo em pulsar, vida que não desiste de tentar. Intenta atenta ao que vale, para a lama do que não vale, descartar.

Agradando ou não. Seja você

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Siga oferecendo à vida o seu melhor, não dê tanta importância ao que pensam ou deixam de pensar a seu respeito. Afinal, sintonia e afinidade não se improvisam, não dá para alugar, comprar, tomar emprestado nem sacar no caixa eletrônico. Por mais que você faça ou tente agradar, certamente encontrará pelo caminho o descontentamento e a antipatia. Querendo ou não, podemos deparar com pessoas que não gostam, ou não querem, gostar da gente; que só enxergam nossos defeitos e não perdem a oportunidade de mostrar que “não vão com a nossa cara”. Querer agradar a todos, além de ser inútil, ofende nossa inteligência emocional. Nos subordinando aos conceitos, preconceitos e humores alheios. Só eu sei de mim! Só você sabe de você! Se temos a consciência tranquila daquilo que somos e buscamos ser. Que vão às favas os antipáticos!!!

Minério, represa… Resolver? Não convêm!

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Mais uma vez, de novo, novamente, outra vez... Sua excelência, o lucro; devastador, devasta a dor. Desmoronar da sorte, ganância em lama, rejeitos de usura, escoando em morte, comódite. Matando o rio, todo o ambiente, matando bicho, matando gente! Mas, que importa para quem desnaturou?! Para quem “molhou a mão”?! Para quem “fez vistas grossas”?! Para quem corrompeu?! Para quem prevaricou?!

Eu te amo. Mas, de verdade

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Com o passar dos anos, algumas palavras ou expressões, parecem que vão perdendo a essência, a força, a razão; vão se diluindo, “desmilinguindo”, se desfazendo... Na “vibe” desses tempos, em que os relacionamentos se tornam cada vez mais fluidos, efêmeros e descartáveis. Quando, ficar, “dessignifica” em não ficar. O desgastado e tão esvaziado de sentido:

Amor urbanoide

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Gosto de natureza Cheiro de mar, perfume de flor... Cantar de passarinho, todo encanto ribeirinho... Mas sou bicho urbano! Faz-me falta a rua e seus burburinhos, os rumores vizinhos. Minha "toca" conectada em banda-larga,

Ideia fixa

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É estar solto e seguir preso, tardar no “print” de um instante, parar no tempo, quando o tempo não para! Congelar os sentidos, regelar as emoções; eleger uma miragem, nela morar, tomar a irrealidade para seu castelo de areia. Singularidade espaço-tempo, desalento; neurose, psicose, overdose do sem noção. É o TOC, os tiques sem tics e tacs; sem pulso pro tempo, sem impulso pra vida, assíncrona gaiola de ilusão.

O homem, a lama, o rio e o mar

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Tiraram o nome do rio, do rio o doce tiraram. Desvale. O vale sem rio doce. Desvalido, desvaído, lameado, poluído. Num tique rompe-se o dique, Químico rejeito em tsunami; destroços do troço humano, rejeitando e andando, devastando todo o lugar. Piracema ainda rima com poema, mas já não dá poesia.

Quem sou?

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Sou descendente das estrelas, parente de toda a criação; do micro ao macro, o conter, o estar contido. Acredito que o “acaso” e a “sorte” sejam pseudônimos de Deus. A coincidência? Uma sua providência! O Bóson de Higgs, Uma partícula divina... Sou a busca de mim mesmo; meus encontros e desencontros, caminhos e descaminhos, certezas e incertezas. Sou a equação dos meus pensares e sentires, a resultantes dos meus fazeres, dos não fazeres também. Sou minhas crenças e descrenças, lembranças, esquecimentos...

O que é poesia?

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É semear palavras. Da lavra dos versos; fazer florir sentimento, frutificar pensamento, colher da inspiração. Com rima ou sem rima, acordar o clima da emoção. Com ou sem métrica, se preciso, desafiar a estética. É o ditado da alma, alquimia da escrita, magia da expressão.

Ela, despretensiosa

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Ela é assim, sem pretensão. Encanta, enlaça, envolve, abraça... Simples, apenas existe, Insiste persiste... Como frescor de orvalho, como cantar de passarinho . Descanso e trabalho, gosto bom de antigo vinho. Como onda a quebrar na praia, chuva a dessedentar o chão. Como luar que se espraia, papel de enrolar pão.

Para pensar e doar

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Imagine-se depois de caminhar um dia inteiro, sob o sol inclemente do deserto, morrendo de sede e se deparando com alguém despejando uma garrafa de água, sob a areia escaldante. Coloque-se no lugar de um náufrago, a duzentos metros da praia e sem saber nadar. Vê um exímio nadador levar consigo o único salva-vidas disponível.