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Mostrando postagens de outubro, 2018

Hoje é dia de quê?


Cor de rosa, rosa de cór

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Rosa é flor, diversa em cor; vermelha, branca, amarela… No nome que lhe faz flor, singela cor. Rosa é lição; tem pétalas delicadas e perfumosas, também espinhos que machucam a mão. Suavidade e agudeza, sutileza, aguilhão.

Jesus, flores e pessoas

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Florentino cuidava daquele magnífico jardim, quando alguém observou: - Belo jardim! Belas flores você tem aqui. - É... Agora está mesmo. Mas deu foi trabalho, quase que eu desistia por causa das pragas... - Flores são como pessoas. São frágeis, suscetíveis; exigem constante atenção e cuidado. - Pulgões, cochonilhas, ácaros, lagartas, nematoides, aracnídeos, moluscos... Aqui deu de tudo, parecia até as sete pragas do Egito! - Orgulho, vaidade, egoísmo, ódio, inveja, fanatismo, ambição desmedida... Também são muitas as pragas que infestam o jardim que meu Pai me confiou .

Cidadão. Saia da caverna!

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Platão, inspirado por Sócrates, buscava a essência, além da aparência. E como qualquer um, que, liberto das sombras da ignorância, arriscaria, como seu mestre, a própria vida, simplesmente para expressar o seu pensar, intentar aclarar as mentes toldadas por tantas irrealidades. Desde que nasce, o indivíduo é ensinado, treinado, doutrinado, convencido, adequado… A enxergar o mundo por uma determinada ótica. De repente, alguém subverte suas crenças, desmente tudo, desmascara farsas, parcialidades, mitos… Revela novos conceitos, desmente velhas convicções. Senão por coisas tais, Sócrates foi sentenciado, inspirando essa alegoria, O mito da Caverna. Nele, Platão nos convida a refletir sobre a similitude da realidade humana dentro e fora de uma caverna: condicionamentos, preconceitos, manipulações, ritos, dogmas... Conta Platão: Seres humanos, nascidos e criados dentro de uma caverna. De costas para a entrada, acorrentados, imobilizados, constrangidos a reter o olhar na parede do fundo da...

Meu pôr do sol

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O pôr do sol a não se pôr, da Terra o giro, crepúsculo e alvor. O dia indo, colorido descolorindo... Já é tardinha,

Girar da vida

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 58ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Por onde for, para onde der; cheiro de flor, bem-querer de bem-me quer.

Obrigado

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Obrigado aos nãos que me ensinaram a dizer sim, e às lágrimas que me ensinaram a sorrir. Obrigado aos espinhos que me mostraram onde está o perfume da rosa , e às pedras nas quais tropecei, pois me ensinaram a não cair. Obrigado:

Quem morre vive. Vida após a “vida”

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Somos filhos da eternidade e irmãos do tempo, a infinitude caracteriza nossa essência. Não morremos. Apenas deixamos a “vida” física e tornamos a viver a originalidade do nosso existir. O corpo retorna sua natureza material, enquanto o espírito redescobre sua imortalidade. Qual a semente. Que descendo à cova escura, permite à árvore nascer, crescer e frutificar.

Do que precisa o Brasil

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O Brasil, precisa de braços que abracem a paz; com autoridade, alteridade… Autoritarismo, jamais! Precisa de mãos desarmadas, mais amadas! Que se dêem sem ódios, que se estendam sem preconceitos nem divisões, que se busquem, construindo soluções. Cabeças pensantes, corações amantes; pés que caminhem e encaminhem para o bem. Precisa de segurança, sim! Mas, sem arbítrio e truculência, sem virulência; sem retroalimentar a inconsciência, sem mortificar a coerência, sem desumanizar…

Tempo e amor

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... só o tempo é capaz de romper as cadeias do egoísmo que nos escravizam a nós mesmos. Só o tempo apaga o fanatismo que cega e a inveja que enlouquece. Só o tempo desmascara a ambição que envenena e o ódio que brutaliza. Só o tempo dissipa a ilusão... (Mais um texto da década de 90, retirado do fundo do baú. Inspirei-me em “A ilha dos sentimentos”, atribuído a Reinilson Câmara, para escrever esse conto, essa mensagem, retrato dos desatinos humanos). Antonio Pereira Apon . No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 57ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . A imagem que escolhi essa semana, remeteu-me a esse texto da década de 90, postado aqui no blog em 2013. O amor maltratado e ferido, ali largado no chão: - Eu sou o amor. Os homens me feriram, maltrataram, me esqueceram aqu...

Amar

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Amar, é dividir as dificuldades do hoje para somar as alegrias do amanhã, subtraindo de cada dor uma lição de vida para a multiplicação das forças

Brasil, delírio da utopia

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Utopia. De origem grega, a palavra representa uma espécie de "não lugar", "lugar que não existe". Cunhado por Thomas More, o termo intitula sua principal obra. Segundo alguns historiadores, o autor, ficou fascinado pelas narrativas fantásticas do navegador português Rafael Hitlodeu, parceiro de Américo Vespúcio em suas derradeiras viagens. Em diálogo com Hitlodeu, More critica a sociedade em que vive, desejando uma sociedade ideal. Então, Rafael lhe fala com minudências de uma ilha imaginária que conhecera. Perfeita! organização política, social, familiar, trabalhista, urbana, distribuição de renda, saúde, segurança... Uma ilha de felicidade plena! todos satisfeitos em suas necessidades. Tal ilha representa uma “possível” sociedade baseada na razão/imaginação, exercício mental buscando solucionar um problema proposto por More da seguinte forma:

Feijoada espírita, pureza doutrinária

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Fala-se tanto em “pureza doutrinária”, mas, o que é essa tal pureza? Todos concordam que Kardec é a base inamovível desse edifício, o alicerce. Porém, as fundações, são o começo e não o fim da edificação que vai se erguendo paulatinamente. Veja o que escreveu o próprio codificador, na Revista Espírita, em junho de 1965:

Literatura. O escritor e sua pedra filosofal

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 56ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Lá pela idade média, os alquimistas perseguiam o objetivo de criar uma pedra filosofal (Lapis Philosophorum) . E assim, poderem transformar qualquer metal em ouro, além de poderem transmutar animais. Acreditavam ainda que, com tal pedra poderiam obter o Elixir da Longa Vida. Qual a lendária pedra filosofal, a literatura empresta ao escritor os poderes alquímicos de transformar simples palavras no ouro da leitura, eternizar personagens, metamorfosear histórias, distribuir encantamentos. Da ponta do lápis, da caneta, dos dedos que digitam; flui, emana a magia escrita, proseada, versada. Materializada nos palcos, nas telinhas, telas e telonas; nos versos das canções, nos blogs, livros... Concreto e ab...

Lição do rio

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Quando você se sentir acuado pelos problemas, desencontrado das soluções; tudo parecer difícil, perdido, impossível… Lembra do rio que, quando preciso, abre, inventa, arranja caminhos novos; salta, contorna o que lhe obsta o trajeto, para avançar determinado e vitorioso.

Confie. Vai dar certo

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Nesse momento agudo em que a desesperança grassa e a escolha entre o mal ou o mal, parece furtar uma legítima opção, guiando os passos para a senda tortuosa, entre a escuridão ou as trevas, o atraso ou o retrocesso. Lembre que o acaso não preside os destinos humanos e cada homem, a seu gosto, ou contragosto, é instrumento de transformação no meio em que vive. Muitas vezes, é necessário que o escândalo venha. Contudo, como diz um antigo adágio popular: “após a tempestade, vem a bonança”, como um arco-íris, que empresta poesia à paisagem após incremente temporal. Assim como as forças saneadoras das intempéries são convocadas para a assepsia da atmosfera, a turbulência por que passa a Terra do Cruzeiro, é o chamado renovador ao expurgo dos costumes enfermiços, dos miasmas comportamentais, das patologias sociais.

Tapeçaria

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Sonhei que estava entre várias pessoas. Cada uma tecendo o tapete de sua vida: Alguns usavam fios de ilusão e constantemente seus tapetes desfiavam com extrema facilidade. Uns fiavam com esmero, selecionavam os melhores fios e empregavam toda a arte possível, enquanto outros oscilavam seus momentos entre formas grotescas e belíssimas composições.

Faces da fé

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Fé lúcida, é discernimento, Fé enlouquecida, é fanatismo. Fé que propõe, é alternativa, Fé que impõe, é intolerância. Fé que trabalha, é caridade, Fé ociosa, é negligência.

Retrato da vida

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Queremos viver segundo uma fórmula toda particular, de acordo com o “teorema” criado conforme nossos pontos de vista. Mas a vida não é uma ciência exata, e ainda mais inexatos somos nós. Costumamos “terceirizar” a responsabilidade por nosso desiderato, e quando: o filho, o amigo, o colega, o cônjuge, os pais... não se moldam às nossas expectativas, nos encasulamos em nosso eu, erguendo muralhas de silêncio, inconformação, distanciamento, animosidades...

Mundo para os filhos, filhos para o mundo

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Nos preocupamos com o mundo que nossos filhos vão encontrar no futuro. Mas, que filhos iremos deixar? Parece que não nos damos conta, ou preferimos ignorar que: guerras, poluição, assassínios, corrupção, pedofilia, promiscuidade, roubo e toda espécie de mazelas, são obras de pessoas. E estamos preparando pessoas melhores? Crianças mimadas, adolescentes sem limites, jovens egoístas e egocêntricos... Como desejar um mundo melhor, se legamos ao futuro, pessoas iguais ou piores do que as que tem feito tanto mal ao nosso cansado planeta? Um mundo melhor, precisa de pessoas melhores. Não existe mágica nem milagre. Tudo é consequência do que fazemos (ou deixamos de fazer). Parece óbvio, mas muita gente demonstra não notar que: o presente é o resultado do passado e o futuro, trará os frutos daquilo que cultivamos hoje. A suruba política, a pandemia de corrupção, o lixo cultural "todo enfiado" nas mentes, o desapreço pela natureza, a ditadura da grana, a obsessão pel...

O professor e o ensineiro

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O professor leciona por vocação. O ensineiro, não tendo capacidade para coisa alguma, achou no ensino, o caminho mais fácil para se encostar num emprego público. O professor ensina a aprender. O ensineiro nem aprendeu, como pode ensinar? O professor educa. O ensineiro não tem a menor educação. O professor vai para escola trabalhar. O ensineiro vai enrolar, bater papo, conspirar, vender, comprar, jogar carteado, tomar cafezinho...

Expectativa. Quem espera, nem sempre alcança

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Não se deve contemplar a vida como mero espectador nem portar-se como contumaz expectador. Um assiste a tudo passivamente, enquanto o outro espera em demasia. O primeiro segue a reboque dos acontecimentos, sobrevivendo conforme os humores do azar e da sorte; o segundo, vive a ruminar a ansiedade e frustração do seu tanto expectar.

Nas redes sociais ou na rua?

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Nas redes sociais você “tudo pode”. É forte! Bate, julga, condena, pinta, borda, chuleia...

O servidor e o servido

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No serviço público, encontramos dois personagens bastante distintos: o servidor e o servido. O primeiro, merece todas as glórias e honrarias, é ele que "carrega nas costas" o município, o estado e a união. O segundo, vive procurando um jeito de ser carregado também. O servidor prestou concurso para um emprego. O servido arrumou um lugar para se encostar enquanto aguarda a aposentadoria. O servidor trabalha. O servido vende bijuterias, calcinha... toma cafezinho, vai ali na esquina... O servidor só falta quando precisa. O servido sempre precisa faltar.

O Servidor e o Encosto

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A palavra Encosto é normalmente usada para designar um espírito obsessor que "não larga do pé" do sujeito. Mas, Encosto de verdade é o que encontramos no serviço público. O Servidor público é gente de bem, cumpridor de seus deveres e merecedor de homenagens. Já o Encosto... ... Encontramos o Encosto geralmente encostado em algum lugar: Na mesa do colega que quer trabalhar e ele fica atrapalhando, na mesa do cafezinho, comprando lingerie, bijuteria, artigo de sex shop ou qualquer muamba. Também costuma ser visto encostado numa agência de jogo do bicho (fazendo uma "fezinha"), na portaria (tomando conta da vida alheia), fingindo "serviço externo", bajulando a chefia... ... ...

Fantásmas no serviço público

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Dois servidores conversando: - Me disseram que você tem medo de fantasma... - Não sou muito afeito ao sobrenatural. - Mas o serviço público tem a maior concentração de fantasmas por metro quadrado. Na sala aí do lado, tem um paletó pendurado na cadeira "despachando" há uns dois anos. Tem os "à disposição" os constantemente de "licença médica", "licença prêmio", os apadrinhados, os laranjas... Mas todos se manifestam no dia de receber o pagamento. Nem precisa ser médium para ver muitos deles no banco.

A boca da verdade. Morde!

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A Boca da Verdade, ou “La Bocca della Verità”, em italiano. é uma máscara esculpida em mármore pavonazzo, exposta no pórtico de Santa Maria in Cosmedin, em Roma, Itália. Não se conhece bem a sua origem, mas, acredita-se tratar-se de parte de uma antiga fonte romana, tampa de bueiro ou semelhante adorno cuja boca, olhos e nariz serviam para drenar a água diretamente ao esgoto. Retratando possivelmente o deus romano Oceano ou, segundo muitos, o deus fluvial do rio Tibre. A escultura tornou-se célebre foi como um mítico detector de mentiras. Segundo uma lenda medieval, para saber se alguém diz a verdade ou não, coloca-se a mão do inquerido dentro da bocarra. Se mentir, tem a mão devorada pela estátua. Conta-se que os homens testavam a fidelidade de suas esposas, mandando que essas colocassem a mão no boqueirão, então, desfiavam um rosário de perguntas. Que perigo! Já pensou? …

A Vida é uma dança

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Dança que dança. No salão do tempo, a Vida dança: Valsa, tango, um fado, um samba canção, um bom xaxado; bolero, polca, foxtrote… Coladinho, achegadinho ou apartado. Uns sós, uns nós, no baile da Vida, Vida, essa eterna debutante.